Periquitos
Os animais são nossos amigos, já dizia o saudoso Fialho Gouveia no célebre programa Casa de Noé.
Há imenso para aprender com cada espécie, seja doméstica ou selvagem. Por questões práticas, a maioria de nós tem cães, gatos, peixes, tartarugas ou pássaros.
No que diz respeito às aves há também uma grande variedade, papagaios, catatuas, canários, periquitos e tantas outras.
É curioso que cada ser é mesmo um mundo particular com tantos detalhes para conhecer.
A idade dos periquitos sabe-se pela quantidade de riscas na "testa" quantas mais tiver e mais juntas, mais jovem é o animal. Também nos podemos guiar pela cor da iris, quanto mais escura, mais jovem é.
À media que a ave envelhece as riscas da testa vão subindo, tal como se fossem entradas no cabelo e surgem manchas que vão gradualmente aumentando por baixo do bico e de ambos os lados, chamado de máscara.
O sexo do animal é determinado pela cor da cera do nariz, aquela parte saliente sobre o bico e onde estão as narinas. Nas fêmeas é de cor rosada ou castanha, enquanto que nos machos são de cor azulada.
Entre tantas cores que podem ter, amarelo, verde, branco, cinzento existem os que conheço melhor, os azuis. Tenho tido azuis celestes, azuis cobalto e azuis malva, descobri por pesquisa que são espécies recessivas, devido à mistura das espécies.
Parece ser comum que cada ave tenha preferência por sementes diferentes e que tenham ciclos em que comem mais.
Quando se junta um casal para que acasalem há que ter atenção ao período de adaptação. Tal como nos humanos, vão começar a falar e se gostarem um do outro segue-se o namoro. Se tudo correr bem basta cerca de uma semana para que a fêmea comece a pôr ovos, de 3 a 6 com poucos dias de diferença e começa a passar mais tempo dentro do ninho para os chocar. O 1º ovo pode demorar um mínimo de 18 dias a eclodir.
Aguardam-se novos desenvolvimentos.












