Praga II
O relógio astronómico é algo a não perder definitivamente, não só por ser lindo como se vê pela foto no post anterior, mas também pelas suas dimensões, mas há muito, muito mais para ver nesta bela e antiga cidade europeia:

O Museu Kafka é composto por uma espécie de instalação com objectos e citações da vida e obra de Fanz Kafka, fotografias de amigos e familiares, excertos de cartas entre ele e o pai, com quem sempre teve uma relação complicada, o trauma de ter perdido o irmão ainda em criança.
Kafka é no fundo descrito como um artista perturbado e insatisfeito com a vida e a sua obra, mas persistente na procura de fazer mais e melhor, de conseguir libertar-se da autoridade e complexo de inferioridade em relação ao pai, e de ser feliz a nível pessoal e afectivo.
É curioso constatar que há uma parte signuficativa da cidade que está intimamente ligada ao autor, que nunca viveu em outro lugar. Não conseguia afastar-se da sua cidade natal por muito tempo e viveu sempre próximo da sua residência familiar.

O Museu Kampa, fundado e dinamizado pela benemérita Meda Mládek e Jan Mládek dedicaram parte das suas vidas ao incremento e divulgação da arte e prestando apoio aos artistas checos. O Museu situa-se no recuperado moinho Sowas, que data de pelo menos 1393, responsabilidade das freiras do Convento Beneditino em Saint George’s.

As igrejas são bastantes e muito bonitas, muito trabalhadas tanto no exetrior como interior.
A discoteca de 5 andares que atrai centenas de turistas e locais é algo de original e muito bem pensado. Sem dúvida com o objectivo de agradar a todo o tipo de públicos visto que a decoração e género musical de cada piso é totalmente diferente: Disco, rock/pop comercial, tecno, grunge e house.

A Karlovar ou Ponte do Carlos é algo de fantástico, parece a Rua Augusta, recheada de artistas de rua a pintarem, fazerem caricaturas ou retratos na hora, artífices - bijuteria em pedra, madeira, metal ou outro material qualquer, grupos a tocar ao vivo, enfim.
A luz da cidade ao fim do dia é algo de maravilhoso, e há um misto de sensações que nos aproximam da nossa bela Lisboa.
O Museu Kafka é composto por uma espécie de instalação com objectos e citações da vida e obra de Fanz Kafka, fotografias de amigos e familiares, excertos de cartas entre ele e o pai, com quem sempre teve uma relação complicada, o trauma de ter perdido o irmão ainda em criança.
Kafka é no fundo descrito como um artista perturbado e insatisfeito com a vida e a sua obra, mas persistente na procura de fazer mais e melhor, de conseguir libertar-se da autoridade e complexo de inferioridade em relação ao pai, e de ser feliz a nível pessoal e afectivo.
É curioso constatar que há uma parte signuficativa da cidade que está intimamente ligada ao autor, que nunca viveu em outro lugar. Não conseguia afastar-se da sua cidade natal por muito tempo e viveu sempre próximo da sua residência familiar.
O Museu Kampa, fundado e dinamizado pela benemérita Meda Mládek e Jan Mládek dedicaram parte das suas vidas ao incremento e divulgação da arte e prestando apoio aos artistas checos. O Museu situa-se no recuperado moinho Sowas, que data de pelo menos 1393, responsabilidade das freiras do Convento Beneditino em Saint George’s.
O Museu é de facto um centro de arte moderna europeia sobretudo com obras variadas de artistas de várias gerações, alguns dos quais se tornaram grandes amigos de Meda Mládek, a maioria dos quais surgiram em cena no final da década de 50 e início da década de 60. (Exposição permanente) além da diversidade das exposições temporárias.

As igrejas são bastantes e muito bonitas, muito trabalhadas tanto no exetrior como interior.
A discoteca de 5 andares que atrai centenas de turistas e locais é algo de original e muito bem pensado. Sem dúvida com o objectivo de agradar a todo o tipo de públicos visto que a decoração e género musical de cada piso é totalmente diferente: Disco, rock/pop comercial, tecno, grunge e house.

A Karlovar ou Ponte do Carlos é algo de fantástico, parece a Rua Augusta, recheada de artistas de rua a pintarem, fazerem caricaturas ou retratos na hora, artífices - bijuteria em pedra, madeira, metal ou outro material qualquer, grupos a tocar ao vivo, enfim.
A luz da cidade ao fim do dia é algo de maravilhoso, e há um misto de sensações que nos aproximam da nossa bela Lisboa.

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